Nem toda empresa quer — ou deve — dividir sociedade. Para esses casos operamos no modelo tradicional: squads dedicados, projetos com escopo fechado ou alocação de especialistas no seu time. Mesma engenharia do studio, contrato convencional, sem equity envolvido.
O formato muda conforme a previsibilidade do escopo e o tamanho do time que você já tem. A engenharia por trás é sempre a mesma.
Um time multidisciplinar alocado no seu roadmap por ciclos mensais, com capacidade previsível e ajuste de composição conforme a fase do produto.
Indicado para: Produtos em evolução contínua com roadmap de médio prazo
Discovery pago, proposta com escopo, prazo e preço definidos, e entrega por marcos com aceite formal a cada etapa.
Indicado para: Necessidades bem delimitadas com orçamento aprovado
Engenheiros sêniores integrados ao seu time, sob a sua gestão, para acelerar uma frente específica sem passar por processo seletivo.
Indicado para: Times internos que precisam de reforço pontual e qualificado
Não sabe qual formato encaixa no seu caso? A gente ajuda a decidir na primeira conversa, inclusive quando a resposta é começar menor do que você imaginava.
Solicitar propostaDa primeira entrevista com usuário até a infraestrutura que segura o crescimento. Tudo dentro de casa, com as mesmas pessoas do começo ao fim.
Pesquisa com usuários, priorização por impacto e um roadmap que cabe no caixa disponível.
Design system próprio, protótipos navegáveis e interfaces acessíveis desde a primeira tela.
Aplicações web e mobile, APIs, integrações e arquiteturas que aguentam crescer sem reescrita.
Pipelines, data warehouse, painéis analíticos e modelos de IA aplicados ao caso de uso real.
Telemetria, dispositivos conectados, pipelines de evento e dashboards em tempo real para produtos digitais.
Infraestrutura como código, CI/CD, observabilidade e resposta a incidentes com SLA definido.
Autenticação, trilhas de auditoria, gestão de segredos e adequação à LGPD.
Precificação, materiais de venda, funil de aquisição e apoio na captação da próxima rodada.
Contratar software costuma ser um ato de fé. Aqui o processo é aberto: você vê o código, o quadro, a métrica e o risco na mesma hora que a gente.
Uma a duas semanas para entender a operação, as restrições reais e o critério de sucesso. Sai daqui o escopo priorizado, o mapa de riscos e a arquitetura de partida.
Planejamento, execução e demonstração a cada quinze dias, com repactuação de prioridade no fim de cada ciclo. Nada de escopo congelado por seis meses e surpresa na entrega final.
O que construímos vai para o ar nas primeiras semanas, com integração contínua, revisão de código e testes automatizados nos caminhos críticos do sistema.
Métricas, logs, alertas e painel de saúde configurados junto com a aplicação. Incidente tem dono, prazo de resposta acordado e análise pós-incidente registrada.
Repositórios, credenciais, documentação de arquitetura e treinamento do seu time. O contrato termina quando você consegue tocar o produto sem a gente.
Trabalhamos com tecnologia madura, com comunidade grande e com gente no mercado para contratar depois. Nada aqui é experimento em produção alheia.
A diferença cabe em uma linha: um modelo se paga em nota fiscal, o outro em participação societária.
Você paga pelo trabalho, define o escopo e mantém cem por cento da propriedade do produto, do código e da marca. A relação termina quando o contrato termina.
Você não paga desenvolvimento: divide sociedade. Entramos com time, método e capital inicial, e ficamos com uma fatia da empresa — nosso retorno só existe se ela crescer.
Comparar o modelo de cofundaçãoO que costuma aparecer antes de assinar: o que muda entre contratar e cofundar, quanto tempo leva, onde atendemos e como tratamos confidencialidade.
Ficou uma pergunta de fora? A gente responde sem formulário interminável e sem discurso de vendas.
Falar com a SRCConte o problema, o prazo e a restrição de orçamento. Você recebe uma proposta com escopo, composição de time e cronograma. Se o seu caso for de sociedade em vez de contrato, dizemos isso também.